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Phygital, IoT… São muitas as siglas e abreviações que fazem parte do dia a dia no universo tech em que vivemos. Impulsionadas principalmente pelo cenário pandêmico iniciado em 2020, muitas são as novas estratégias de inovação tecnológicas exploradas pelas organizações para impulsionar os seus negócios e atingir as pessoas que consomem seus produtos.

O crescimento acelerado do mercado online tem possibilitado ao phygital se colocar como o futuro da experiência do consumidor.a IoT tornou-se um meio seguro e estável de integrar hardwares do meio físico ao digital de maneira mais imersiva e direta, focando principalmente na experiência do usuário.

Neste blogpost você conhecerá essas duas estratégias inovadoras que, juntamente com outras tecnologias, fazem parte da chamada Quarta Revolução Industrial. Confira abaixo!

 

A integração do físico com o digital

O significado de phygital é um pouco óbvio. Ele vem da junção de duas palavras na língua inglesa: physical e digital (físico e digital, na tradução para o nosso idioma). Na prática, o que acontece é exatamente o que esse novo termo sugere: a integração do físico com o digital com o intuito de proporcionar às pessoas ainda mais facilidade em transações e processos básicos do dia a dia – como comprar algum produto, por exemplo.

O phygital tornou-se algo imprescindível para as empresas principalmente pelo cenário de isolamento social adotado por muitas nações com a pandemia da Covid-19, quando os negócios digitais, já absolutamente consolidados, herdaram também os serviços de estabelecimentos físicos para manterem essas organizações ativas no mercado.

O resultado, segundo dados da pesquisa Webshoppers, da Ebit, mostra que 13 milhões de brasileiros(as) começaram a realizar compras online desde o início da pandemia, em março de 2020. O interesse da classe C pela modalidade phygital foi a que mais cresceu, segundo o Ibope Inteligência, com 45% dos(as) consumidores(as) preferindo comprar pela internet do que em estabelecimentos físicos.

A criação de ambientes 3D integrando o físico e o digital foi uma forma encontrada pelas empresas e a modalidade de e-commerce para que os/as clientes sintam-se comprando em uma loja física, fazendo com que as pessoas tenham uma imersão dentro do mundo virtual com efeitos audiovisuais.

Um exemplo clássico da atuação do phygital para a experiência do(a) usuário(a) está nas lojas virtuais de empresas de cosméticos, que investiram em tecnologias de testagem virtual de seus produtos. O resultado é extremamente favorável pois, além de oferecer esse tipo de funcionalidade às pessoas, as organizações apresentam também aumento no índice de satisfação dos(as) consumidores(as) e diminuição no número de devolução de itens.

Quanto as tecnologias utilizadas para implementar a experiência phygital, podemos destacar entre as mais populares:

  • A inteligência artificial (IA, ou AI na língua inglesa), que permite com que computadores e dispositivos eletrônicos processem informações de uma forma mais próxima à cognição humana, aproximando a forma como tomamos decisões e reconhecemos as coisas, tornando a experiência do usuário mais fluida. Essa tecnologia foi abordada no <BLOG:4SYS>  e o conteúdo pode ser lido clicando aqui;
  • A realidade aumentada, que permite sobrepor elementos virtuais à nossa visão de realidade. Esse tema também foi explorado no mesmo blogpost citado acima;
  • O reconhecimento facial, que proporciona uma experiência rápida e segura às pessoas em transações e autenticações, por exemplo;
  • A Internet das Coisas (ou IoT), habilidade que permite a conexão de itens do mundo físico ao digital de forma mais direta, fluida e dinâmica, sendo uma excelente ferramenta para a disseminação do phygital no dia a dia das pessoas.

Essa última tecnologia, aliás, é tema do próximo tópico deste blogpost.

 

A Internet das Coisas (IoT)

IoT é a sigla para Internet of Things, ou “Internet das Coisas”, na tradução para o português. Trata-se da interconexão entre objetos presentes em nossos cotidianos com a internet por meio de uma infraestrutura (eletrônica, softwares, sensores, etc.) computacional distribuída e organizada em redes, fazendo com que esses itens estejam conectados, criando uma experiência phygital mais rápida e direta.

Na prática, o funcionamento desse processo depende da conexão desses dispositivos com uma rede de dados (3G, 4G ou 5G), Wi-Fi ou Bluetooth. Estes sensores enviam informações constantemente para sistemas que as armazenam em uma cloud, e utilizando princípios de IA, como machine learning (ML), aprendem com estes dados trazendo facilidades ao usuário.

A IoT está em praticamente todos os cantos, dentro das nossas casas e em equipamentos de todos os tamanhos. A Alexa, assistente virtual da Amazon, talvez seja o exemplo mais popular atualmente, mas a tecnologia está presente também em Smart TVs, fechaduras inteligentes, termostatos, smartwatches e fones de ouvido sem fio, entre outros; na área da saúde, fazendo integração com o prontuário de um(a) paciente, atualizando-o de acordo com o quadro evolutivo do(a) mesmo(a); na área agrícola, monitorando as condições climáticas locais (microclima), qualidade do solo, efetuando o plantio planejado e automatizado de grãos, monitorando o crescimento dos mesmos e adequando a irrigação do solo até o momento da colheita. 

Pesquisa da Cisco estima que, até 2023, a Internet das Coisas movimentará aproximadamente US$ 19 trilhões, com a América Latina sendo responsável por US$ 860 bilhões e o Brasil por US$ 352 bilhões. Já a Juniper Research aponta que neste a expectativa de dispositivos conectados à IoT ultrapasse o número de 50 bilhões no mundo todo.

 

As tecnologias deste setor pela perspectiva da Foursys

Pensando cada vez mais na ampliação de sua área de atendimento e na consolidação dos serviços de inovação e transformação digital em nosso portfólio de serviços, a Foursys hoje possui expertise neste setor e está preparada para receber desafios que envolvam IoT e a integração entre o físico e o digital. 

Algumas frentes encontram-se em andamento em nossa operação, como a concepção de uma plataforma de transporte privado urbano com características próprias. A demanda visa atender toda a parte eletrônica e computacional trazendo a linha de IoT, possibilitando ao consumidor(a) uma experiência integrada e à empresa parceira o mapeamento das principais características e comportamentos de seus(uas) usuários(as), podendo sempre melhorar os serviços oferecidos aos mesmos(as), abrindo também novas oportunidades de negócio. 

Não há dúvidas que phygital e IoT são o futuro quando falamos de experiência das pessoas no consumo e em outras atividades cotidianas. O que procuramos apresentar nesse blogpost reforça a importância dessas tecnologias para a transformação digital por estimular processos de inovação com segurança e rapidez, sem esquecer da gestão e utilização dos dados e, principalmente, do seu público-alvo: nós, os clientes finais.

 

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